Vias enteral e parenteral: quando são indicadas e quais dispositivos usar

As vias de administração de suporte nutricional e medicamentoso representam bases importantes na recuperação de pacientes. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral (BRASPEN), no Brasil, a taxa de desnutrição em adultos hospitalizados varia entre 20% e 60%, o que demonstra, por exemplo, a urgência de estratégias assertivas de intervenção.

A administração via parenteral se divide em categorias que dependem do objetivo. A via parenteral direta ocorre quando o fármaco é injetado diretamente no sistema vascular, como ocorre na via endovenosa.

O uso de descartáveis de alta qualidade transforma a rotina hospitalar em um ambiente muito mais controlado e seguro para todos os envolvidos.

A diferenciação entre a via enteral e parenteral deve ser feita com foco na segurança e na funcionalidade do paciente. Lembrando que, enquanto a via enteral é mais fisiológica, a parenteral é um suporte de vida que exige rigor para evitar desfechos fatais.

Diante disso, entender as diferenças entre a via enteral e parenteral é uma questão que impacta diretamente os desfechos clínicos e a gestão de custos hospitalares. Afinal, falhas no processo de administração podem levar a eventos adversos graves e, em casos extremos, ao óbito do paciente. Portanto, a escolha do método adequado e o uso de dispositivos seguros são relevantes para a prevenção de riscos.

 

O que são essas terapias?

Para compreender o significado de cada abordagem, precisamos definir que a via enteral de administração utiliza o trato digestório para a absorção de nutrientes por sondas. Em contrapartida, a via parenteral de administração de medicamentos leva os insumos diretamente na corrente sanguínea.

Além disso, é importante destacar que a diferença entre a via enteral e parenteral reside, primordialmente, na fisiologia da absorção. Enquanto na via enteral, os nutrientes são administrados e processados pelo metabolismo, na parenteral a biodisponibilidade é imediata. Contudo, essa rapidez demanda vigilância redobrada, pois existe pouca margem para erros de substância ou dosagem.

 

Riscos críticos e a segurança nas vias

A alimentação via enteral erroneamente infundida por via intravenosa é um dos erros mais temidos na enfermagem, podendo causar embolia e morte súbita. Por isso, a diferenciação visual e mecânica entre a via enteral e via parenteral é necessária. Gestores de saúde devem priorizar dispositivos que impeçam conexões cruzadas.

Os equipos da Samtronic são projetados com cores e conectores específicos que evitam que uma dieta seja conectada a um acesso venoso. Além disso, o treinamento da equipe é associado para garantir que a nutrição não se torne um risco. Então, a segurança do paciente depende da qualidade dos descartáveis utilizados no dia a dia.

Para mitigar riscos, a empresa oferece dispositivos precisos, como equipos enterais. Mas o cuidado não para na conexão, o controle do gotejamento também evita complicações. Dessa forma, os produtos de ponta atuam como um braço direito da equipe assistencial na prevenção de falhas humanas.

 

Aprofunde seus conhecimentos no assunto: Como a distinção de cores e conexões evita erros de administração

 

Ao investir em insumos de alta performance e em conexões seguras, as instituições de saúde protegem vidas e otimizam seus processos. Afinal, na assistência à saúde, a precisão e a segurança são valores inegociáveis que definem o sucesso do tratamento.

 

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