Os extensores de infusão atuam no prolongamento da linha entre o acesso do paciente e a fonte da solução. Ao distanciar a manipulação das conexões da área da punção, esses dispositivos reduzem a tração mecânica sobre o acesso.
Conhecer esses itens ajuda a prevenir complicações no ambiente clínico. Para orientar a sua equipe, este texto apresenta três erros comuns ao usar extensores de infusão e como evitar cada um deles.
Afinal, quando a equipe atua com conhecimento e atenção aos detalhes, fica mais fácil evitar erros no trabalho e assegurar a eficácia da terapia. O uso incorreto do dispositivo pode comprometer a administração de medicamentos e colocar a saúde em risco.
O extensor serve para prolongar a linha, mas existem opções de via única, com filtro, duas vias, quatro vias, com conectores valvulados e diferentes tamanhos ou volumes de preenchimento. Por exemplo, escolher um modelo de via única para a administração simultânea de múltiplos fármacos força a criação de conexões improvisadas.
Portanto, avalie o plano terapêutico, o comprimento necessário e o número de soluções antes de conectar o sistema. Os extensores da Samtronic oferecem variedade de modelos com extensões adequadas para prolongar a linha de forma segura, além de diferenciação por cores para identificação rápida. Utilizar o modelo correto certifica um fluxo contínuo e evita trocas desnecessárias do sistema.
Outro ponto é a falta de higienização adequada das conexões antes do acoplamento. Como o extensor é utilizado para prolongar a linha e distanciar o ponto de acesso, os profissionais também interagem com conectores e torneiras. A manipulação sem assepsia permite a entrada de microrganismos, comprometendo a qualidade da infusão.
A prevenção dessa falha exige a aplicação de um protocolo de higienização das mãos antes de qualquer procedimento. A manutenção higiênica do sistema também é indispensável para evitar infecções cruzadas entre diferentes pacientes e setores.
O terceiro item desta lista envolve a presença de ar por falta de purga adequada antes da conexão. Ao prolongar a linha, o volume interno do extensor exige atenção no preenchimento inicial, pois o manuseio incorreto deixa bolhas no trajeto da solução. As bolhas de ar causam riscos de embolia gasosa e geram alarmes nas bombas de infusão, interrompendo a administração de medicamentos.
Consequentemente, a equipe deve realizar o preenchimento completo do extensor antes de conectar ao acesso, fazendo que o líquido ocupe todo o espaço sem deixar ar residual. A transparência do material dos extensores da Samtronic facilita a visualização imediata do fluido e de eventuais bolhas, permitindo que os profissionais façam o ajuste com agilidade antes de iniciar a infusão.
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Além do uso em medicação intravenosa, os extensores também são empregados em nutrição enteral. Para todos os casos, o treinamento da equipe é o caminho para conhecer os erros para evitar na dieta e na infusão medicamentosa, além de garantir que as vias enterais não sejam confundidas com as vias parenterais.
A padronização dos materiais, a identificação visual e as conexões diferenciadas evitam as trocas acidentais de vias. Os extensores da Samtronic passam por controles de qualidade para atender aos mais altos padrões de segurança na terapia infusional.
Investir em materiais confiáveis e na capacitação dos profissionais elimina falhas operacionais e eleva o nível do atendimento prestado aos pacientes. Acompanhe outros textos do blog da Samtronic para conferir dicas técnicas e de segurança do paciente, além de novidades sobre dispositivos hospitalares.
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