A flebite é uma inflamação na parede interna dos vasos sanguíneos, sendo uma das complicações mais comuns em quem precisa de soro ou medicação por via intravenosa. De acordo com o Ministério da Saúde, a incidência de flebite é de duas a cada mil pessoas por ano no país, o que acende um alerta.
Além disso, para quem trabalha na linha de frente, a presença dessas irritações é um indicador da qualidade assistencial. Quando analisamos o problema, estamos lidando com dor para o paciente e aumento nos custos hospitalares.
Portanto, entender como evitar que o acesso venoso periférico inflame é importante para qualquer profissional de saúde. Embora pareça algo simples, o risco de uma inflamação mal cuidada evoluir para uma infecção grave é real. Por isso, precisamos olhar com atenção para os dados e protocolos de segurança.
Existem formas diferentes para que ocorra uma inflamação no vaso, e saber a causa ajuda muito a resolver o problema. A flebite mecânica acontece, por exemplo, quando o calibre do dispositivo de acesso é grande demais para a estrutura vascular ou quando ele se movimenta muito internamente, causando atrito e trauma físico no endotélio.
Já a flebite química tem outra origem: ela ocorre quando o medicamento ou a solução possui pH ou osmolaridade inadequada para aquele canal específico, ou quando a velocidade do gotejamento está alta demais.
Além dessas, temos a flebite bacteriana, ou flebite infecciosa, que acontece pela presença de bactérias no local da punção, muitas vezes por falhas na higienização das mãos ou na manipulação da conexão do dispositivo.
Mesmo uma flebite superficial, que aparece apenas como uma vermelhidão na pele, pode chegar a uma flebite grau 3 posteriormente. Nesse estágio, a região apresenta um trajeto endurecido e doloroso, o que exige a retirada imediata do item de infusão para evitar o agravamento do quadro.
É necessário que a equipe saiba identificar os sinais no início. Geralmente, a flebite no braço começa com um leve inchaço, vermelhidão e o local fica quente ao toque. Contudo, em alguns casos, o paciente pode apresentar uma flebite em outras áreas, pois ela depende do local de punção.
A queimação persistente costuma ser o primeiro sinal de que a integridade da veia está sofrendo um processo químico ou mecânico. A flebite por punção venosa pode aparecer logo após o procedimento ou até 48 horas após a retirada do dispositivo, sendo conhecida como flebite pós-infusional.
Porém, se os profissionais utilizarem escalas visuais de monitoramento diariamente, conseguem agir antes que a dor se torne insuportável e comprometa o tratamento.
A boa notícia é que a maioria desses casos pode ser evitada com protocolos rígidos. Para garantir a prevenção da flebite, o segredo está na escolha do material correto, no calibre adequado do dispositivo e na estabilização eficiente.
Além disso, usar produtos modernos faz toda a diferença para o desfecho clínico. É aqui que o conector valvulado Safesam da Samtronic se torna o protagonista. Ao utilizar esse dispositivo, você evita o refluxo sanguíneo, combatendo a causa bacteriana.
Portanto, investir nesse item é uma decisão estratégica para proteger a rede venosa, reduzir complicações e garantir que o tratamento siga sem interrupções por perda de acesso.
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Se, mesmo com todos os cuidados, a flebite no acesso venoso surgir, é preciso saber o que fazer de forma rápida e padronizada. O primeiro passo é interromper a infusão, remover o item e aplicar a escala de graduação para definir a conduta, seja pela escala de Maddox ou pela graduação da Infusion Nursing Society (INS).
A flebite tem cura e o tratamento costuma ser eficaz se iniciado cedo. Além de retirar o acesso, o uso de compressas ajuda a aliviar o edema e a dor local. Além disso, é importante registrar o evento no sistema de notificações do hospital para que a gestão possa analisar se há uma falha sistêmica.
A adoção do conector valvulado da Samtronic em todos os acessos ajuda a padronizar o cuidado, garantindo que o próximo dispositivo seja instalado em um sistema muito mais seguro e protegido contra contaminações externas.
Para quem faz a gestão de saúde, reduzir a incidência de flebite por meio de conectores valvulados é sinônimo de eficiência financeira. Por isso, focar em segurança é uma economia inteligente. A Samtronic oferece produtos projetados para manter a integridade da rede venosa por mais tempo, permitindo que o paciente complete sua terapia.
Ao optar por dispositivos que facilitam o trabalho técnico e protegem o endotélio, o hospital ganha em produtividade e excelência. Afinal, evitar a inflamação é um dos objetivos de toda infusão e de todo gestor que preze pela sustentabilidade do negócio e pela segurança do paciente.
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