Critérios de substituição de tampas oclusoras no controle de infecções

As terapias de infusão fazem parte da rotina de muitos pacientes internados. Contudo, o acesso vascular e as vias de nutrição representam pontos críticos para a ocorrência de complicações infecciosas ou incidentes por conexão cruzada acidental.

De acordo com o Ministério da Saúde, estima-se que de 5% a 14% dos pacientes internados em hospitais brasileiros contraíram alguma infecção durante o período de hospitalização. Nesse contexto de riscos, definir critérios de substituição de tampas oclusoras no controle de infecções é uma medida indispensável para a manutenção de linhas de infusão seguras em todas as frentes de administração.

 

Critérios de substituição baseados no tempo, uso e manipulação

O estabelecimento de critérios técnicos para a troca dos dispositivos de oclusão previne a contaminação das vias parenterais e enterais. As diretrizes de controle de infecções relacionadas à assistência à saúde recomendam que as tampas sejam substituídas imediatamente após qualquer desconexão do sistema.

Por serem itens de uso único, as tampas nunca devem ser reutilizadas ou repousadas sobre superfícies para posterior reconexão. Além disso, a substituição deve acompanhar os períodos estipulados pelos protocolos da instituição ou coincidir com a troca dos próprios equipos e conectores.

Caso ocorra refluxo de sangue visível, resíduos de dieta enteral, umidade ou falha mecânica na rosca, a troca imediata deve ser realizada, evitando o risco sanitário decorrente da proliferação bactéria no dispositivo.

 

Biossegurança e atuação da enfermagem

A rotina de cuidados com acessos vasculares e sondas enterais depende da atuação da enfermagem no controle de infecções hospitalares. Os profissionais fazem a higienização das mãos e o manuseio asséptico dos insumos. Portanto, a adesão aos critérios operacionais padronizados impede a contaminação cruzada e evita erros.

Para aprimorar as medidas de biossegurança e controle de infecções, as instituições investem em treinamentos e na padronização de materiais compatíveis com as normas regulamentadoras. O uso correto dos hubs de acesso diminui a formação de biofilmes, consolidando a estratégia de prevenção e controle de infecções para hospitais.

 

Linha de tampas oclusoras Samtronic

A Samtronic desenvolve dispositivos médico-hospitalares projetados para atender às exigências de segurança em sistemas de infusão. A linha de tampas oclusoras apresenta diferenciação por cores, o que facilita a identificação rápida das vias e reduz os riscos de conexão acidental. Além disso, os produtos são apirogênicos, atóxicos, estéreis, de uso único e totalmente livres de látex e DEHP.

O portfólio inclui as tampas oclusoras com conexões Luer Lock e Luer Slip nos modelos macho e fêmea, em conformidade com a norma ISO 80369-7 para conectores Luer. Para a terapia enteral, a Samtronic disponibiliza conexões ENFit macho e fêmea, sob a norma ISO 80369-3, impedindo o encaixe acidental.

A linha também conta com as tampas de desinfecção prontas para uso SwabArt, indicadas para a assepsia e oclusão de conectores valvulados, como o Safesam. O dispositivo promove desinfecção ativa por até sete dias, otimizando o fluxo de trabalho das equipes assistenciais e mantendo a proteção contra patógenos. A aplicação desses critérios e a escolha de insumos certificados fortalecem a segurança em todas as etapas da terapia.

 

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